GLOSSÁRIO DE TERMOS RADIOFÔNICOS

Alô, Som!

Aqui temos um pequeno glossário de elementos de termos radiofônicos utilizados frequentemente em emissoras de Rádio.

Essa lista vai nos guiar rumo ao entendimento das infinitas possibilidades que temos para trabalhar o som (Voz, Música, Efeitos, Silêncio) no Rádio e vai facilitar a comunicação entre os envolvidos no planejamento das peças, roteiros e gravação e transmissão.

BG: Música ou som de fundo. Dá o “clima” e o ritmo da mensagem. BGs cantados ou com instrumentos cantantes (flautas, violinos etc) costumam brigar com a locução. A arte será encontrar a trilha sonora que seja mensagem, não apenas ruído ou música de fundo “invisível”.SOBE/DESCE BG (cortina) também pode ser usado como respiro sonora, dando o ritmos que você quiser à sua peça, ou para separar assuntos e momentos.

CABEÇA/ PE: Geralmente usado em programas jornalísticos. Pequeno texto que quem conduz o programa diz para apresentar (e desapresentar) o que será tocado (geralmente sonoras ou entrevistas). Bastante sintéticos, a cabeça e o pé são importantes para o ouvinte (principalmente aquele que ligou o rádio no meio do papo) saber quem está falando. No final de notícias/entrevistas de agenda cultural, por exemplo, o Pé é importante para dar aquela repassada sobre data, horário,local e preço do evento. Além de cabeças e pés, quando a entrevista for longa é sempre bom retomar “quem”está falando “sobre o quê”.

CHAMADA: Anúncio, petisco, trailer,”isca” para algum programa a ser veiculado pela Rádio. Costuma conter partes do próprio programa (trechos de falas, música etc). Detalha quando e como ouvir o programa. Atualmente já podemos pensar em produzir chamadas a serem veiculadas além da Rádio (ex. Whatsapp, Facebook, etc).

CORTINA: é um tipo de vinheta (separador), mas não precisa ter  fala/locução. é um sinal (sobe/desce som ou marca sonora) usado para identificar mudança de assunto, ou entrada de quadro específico. Também pode ser chamada de PASSAGEM.

DEIXA: código para identificar  a última palavra locutor/apresentador/sonora antes de entrar a próxima fala/música/sonora. Costuma ser muito útil em programas ao vivo, com mais de um apresentador, ou quando há sonoras ou músicas a serem veiculadas no final da fala.

EFEITOS SONOROS:  Sons reais, ou “simulados”utilizados na criação de AMBIENTES, pontuação de uma locução, separação de assuntos, dramatização (radio teatro, audio-filme etc) ou criação de vinhetas, spots etc. Dicas de efeitos sonoros gratuitos e colaborativos: freesound.org  e soundnap.com.

ESCALADA: Uma breve apresentação de tudo o que acontecerá no programa.

JINGLE: música composta especialmente para anunciar produto, programa, etc.

PILULA/CLIP: pequenos programas de rádio, costumam ser programados nos intervalos, ou entre dois programas. Costumam ser comentários, dicas, receitas…

SONORA: Geralmente usada em programas jornalísticos para identificar o trecho de uma entrevista, ou depoimento gravado a ser utilizado no programa.

SPOT: é um anúncio curto. Pode ser usado para anunciar eventos, produtos, ou até mesmo como “chamada”para algum programa ou acontecimento da Rádio. Linguagem objetiva e sonoplastia (locução, música, efeitos etc).

VINHETA: é um sinal identificador do programa, pequena peça sonora geralmente composta por voz e sons (música, efeitos etc). Anuncia abertura, encerramento, quadros, intervalo etc. Boas vinhetas de abertura e encerramento são importantes para que o ouvinte perceba que está entrando (ou saindo, ou dentro) de um território sonoro específico. A vinheta dá a cara e o clima do programa (e no mundo digital pode ser muito mais  ousada e instigante do que os já famosos.. “A Rádio X…apresenta…!”. “Você ouviu…X!”. MARCA SONORA é aquela micro vinheta (ou apenas um som) de identificação do programa, emissora, etc.

 

 

 

 

 

 

 

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